Requisitos Modern Warfare 4 PC: mínimos, recomendados e como ativar o TPM 2.0 e o Secure Boot

Call of Duty: Modern Warfare 4 já está disponível no PC. Revemos os requisitos oficiais (mínimos, recomendados e ray tracing), porque é que a Steam e a Activision não coincidem na placa gráfica e como ativar o TPM 2.0 e o Secure Boot passo a passo para poderes jogar online.

Por Fernando Ariosto13 min de leitura

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Três soldados com equipamento tático e espingardas avançam por um beco escuro na arte oficial de Call of Duty: Modern Warfare 4
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Call of Duty: Modern Warfare 4 saiu a 23 de outubro de 2026 e, no PC, joga-se através da Battle.net, da Steam e da aplicação Xbox. Os requisitos Modern Warfare 4 PC não são exagerados: para o pôr a correr basta um Ryzen 5 1400 ou um Core i5-6600, 8 GB de RAM, uma GTX 970/1060 ou RX 470 e 115 GB livres num SSD. O que está a gerar mais dúvidas não é a gráfica: a Activision exige ter o TPM 2.0 e o Secure Boot ativados e, sem eles, não consegues entrar em nenhum modo online.

Mais abaixo tens as configurações oficiais, porque é que a Steam e a Activision não coincidem na gráfica recomendada e os passos para ativar o fTPM ou o PTT, passar o disco para GPT, ligar o Secure Boot e atualizar a BIOS.

Requisitos Modern Warfare 4 PC oficiais: mínimos, recomendados e ray tracing

A Activision publicou as especificações definitivas no blog oficial de PC de Call of Duty em setembro e mantém-nas na sua página de suporte, atualizada a 1 de outubro. Há três níveis.

Requisitos mínimos

  • Sistema operativo: Windows 10 de 64 bits (última atualização).

  • Processador: AMD Ryzen 5 1400 ou Intel Core i5-6600.

  • Memória RAM: 8 GB.

  • Placa gráfica: AMD Radeon RX 470, NVIDIA GeForce GTX 970 / GTX 1060 ou Intel Arc A580.

  • Memória de vídeo: 3 GB.

  • Armazenamento: 115 GB num SSD (o disco rígido mecânico não serve).

Requisitos recomendados (90 FPS em multijogador na qualidade Alta)

  • Sistema operativo: Windows 11 de 64 bits.

  • Processador: AMD Ryzen 5 3600 ou Intel Core i7-8700K.

  • Memória RAM: 16 GB.

  • Placa gráfica: AMD Radeon RX 6600 XT, NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti ou Intel Arc B580.

  • Memória de vídeo: 8 GB.

  • Armazenamento: 115 GB em SSD.

Requisitos para ray tracing (qualidade Alta em 4K com upscaling)

  • Sistema operativo: Windows 11 de 64 bits.

  • Processador: AMD Ryzen 7 3700X ou Intel Core i7-10700K.

  • Memória RAM: 32 GB.

  • Placa gráfica: AMD Radeon RX 9070 XT ou NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti.

  • Memória de vídeo: 16 GB.

  • Armazenamento: 115 GB em SSD.

As letras pequenas que também contam

  • TPM 2.0 e Secure Boot são obrigatórios nas três configurações.

  • É preciso DirectX 12 e ligação de banda larga.

  • As gráficas Intel Arc precisam do Resizable BAR ativado.

  • Só são suportados processadores Intel e AMD com instruções AVX.

  • As especificações são para PC de secretária: um portátil com uma gráfica de nome parecido pode não ser suportado.

  • Controladores recomendados: AMD 26.7.1, NVIDIA 616.56 e Intel 32.0.101.8974.

RTX 3060 ou RTX 3060 Ti? A discrepância da Steam

Se fores à página do jogo na Steam, nos recomendados aparece a GeForce RTX 3060, enquanto o blog oficial de Call of Duty e a página de suporte da Activision indicam a RTX 3060 Ti. A imprensa que cita a Ti não se engana: é o que a própria Activision publica (no processador há outra diferença menor: a página de suporte refere o i7-8700, e o blog e a Steam, o i7-8700K).

Toma a RTX 3060 Ti como referência, porque é a que está associada ao objetivo de 90 FPS em Alta. Com uma RTX 3060 normal, que rende bastante menos, o jogo vai correr bem, mas provavelmente terás de baixar alguma definição ou recorrer ao upscaling.

Que PC compensa na prática

O jogo inclui DLSS 4.5, FSR Redstone e XeSS 3, e um benchmark integrado que mede FPS, ping e latência e sugere definições. A Activision recomenda instalar a aplicação Xbox para PC mesmo que jogues na Steam ou na Battle.net, para receberes os shaders já compilados e o jogo arrancar mais depressa.

Para multijogador competitivo a 1080p ou 1440p com um monitor de alta frequência, o sensato é ir acima do recomendado: uma gráfica atual de gama média com 12 ou 16 GB e um processador mais moderno do que o Ryzen 5 3600. Se estás indeciso entre a NVIDIA e a AMD, vê a nossa comparação RTX 50 vs Radeon RX 9000.

MW4, TPM 2.0 e Secure Boot: porque é que sem eles não jogas online

A página de TPM 2.0 e Secure Boot da Activision é clara: em Modern Warfare 4 ambos são obrigatórios e quem não os tiver não poderá jogar nenhum modo online, ou seja, nem multijogador nem DMZ. É mais rigoroso do que em Black Ops 7 e Warzone, onde os jogadores que não cumprem os requisitos só perdem alguns modos, como as partidas competitivas. A Activision não esclarece se a campanha funciona sem eles, por isso não contes com isso.

O TPM 2.0 é um módulo de segurança que guarda chaves e certifica como o computador arrancou; em quase todos os PC atuais vem integrado no processador. O Secure Boot é uma função da UEFI que só deixa carregar software assinado ao ligar o PC. Ambos fazem parte do sistema antibatota RICOCHET e travam as batotas que se carregam antes do Windows.

O Windows 11 exige TPM 2.0 e um PC compatível com Secure Boot, por isso a maioria dos computadores com Windows 11 já os tem ativos. No Windows 10 é preciso a versão 22H2 ou posterior. A Activision dá como compatíveis os Intel de 8.ª geração ou posteriores (com Intel PTT), os Ryzen 2000 ou posteriores (com AMD fTPM) e os computadores com um chip TPM dedicado. Atenção: o i5-6600 e o Ryzen 5 1400 dos requisitos mínimos são anteriores a essa lista, por isso, se estás mesmo no limite mínimo, confirma antes de comprar o jogo.

Verifica o teu PC em dois minutos

  1. TPM: prime Windows + R, escreve tpm.msc e prime Enter. Se o estado indicar que o TPM está pronto a ser utilizado, está ativo; se não encontrar um TPM compatível, está desativado na BIOS ou o teu computador não o suporta. Aponta a versão do fabricante (em «Informações do Fabricante do TPM»): vais precisar dela mais abaixo.

  2. Secure Boot: prime Windows + R e escreve msinfo32. Em Resumo do Sistema, o Modo de BIOS tem de indicar UEFI e o Estado do Arranque Seguro, Ativado.

  3. Estilo de partição: abre a Gestão de Discos, clica com o botão direito no disco onde está o Windows, entra em Propriedades e no separador Volumes. Tem de indicar GPT (Tabela de Partições GUID). Se indicar MBR, vais ter de o converter.

  4. Atalho oficial: na página da Activision podes descarregar o Secure Attestation Wizard (versão 1.3.0, de 21 de outubro de 2026). Analisa o PC e diz-te exatamente o que falha.

Se o msinfo32 indicar Desativado, a tua motherboard suporta Secure Boot, mas está desligado. Se indicar Não suportado, o mais normal é estares a arrancar em modo Legacy (Legado no Windows em português): primeiro é preciso passar para UEFI e, quase sempre, converter o disco para GPT.

Como ativar o TPM 2.0: fTPM na AMD e PTT na Intel

Na maioria dos PC não é preciso comprar nada: o TPM está dentro do processador e só tens de o ligar na BIOS (UEFI). Os menus mudam conforme a marca, por isso tem à mão o manual da tua motherboard.

  1. Entra na BIOS. No Windows 11: Definições > Sistema > Recuperação > Arranque avançado > Reiniciar agora. No Windows 10: Definições > Atualização e segurança > Recuperação. Depois escolhe Resolução de problemas > Opções avançadas > Definições de Firmware UEFI. Também podes premir Delete ou F2 ao ligar o PC.

  2. Procura a opção nas secções Advanced, Security ou Trusted Computing. Muitas BIOS têm uma função de pesquisa.

  3. Na AMD, põe AMD CPU fTPM em Enabled. Na Intel, ativa o Intel PTT (Platform Trust Technology) ou o Security Device Support.

  4. Guarda e sai, normalmente com F10.

  5. Confirma de novo com o tpm.msc que o TPM está pronto.

  6. Primeiro arranque do jogo: o Windows vai mostrar um aviso do Controlo de Conta de Utilizador para o CODBrokerInstaller.exe ou o enrollaik.exe. Aceita: se disseres que não, não vais conseguir jogar.

Como orientação, estes são os caminhos mais habituais (podem variar consoante o modelo):

  • ASUS: Advanced > PCH-FW Configuration na Intel; Advanced > AMD fTPM Configuration na AMD.

  • MSI: Settings > Security > Trusted Computing.

  • Gigabyte: Settings > Miscellaneous.

  • ASRock: Security na Intel; em muitas motherboards AMD, Advanced > CPU Configuration.

Disco em GPT e arranque UEFI: quando usar o MBR2GPT

O Secure Boot só funciona com a motherboard em modo UEFI, e o Windows só arranca em UEFI a partir de um disco GPT. Se o msinfo32 indicar Legado ou o disco estiver em MBR (típico em computadores instalados há anos), é preciso convertê-lo. A ferramenta MBR2GPT da Microsoft faz isso sem apagar dados, mas faz uma cópia de segurança na mesma.

Requisitos para usar o MBR2GPT segundo a Activision e a Microsoft:

  • Windows 10 versão 1703 ou posterior, de 64 bits.

  • No máximo três partições no disco MBR.

  • BitLocker ou qualquer encriptação desativados.

  • Sem dual boot com outro sistema.

  • Motherboard compatível com UEFI.

  • Secure Boot desativado antes de começar.

  1. Abre a Linha de Comandos como administrador (procura cmd, clica com o botão direito e escolhe Executar como administrador).

  2. Escreve mbr2gpt /validate /allowFullOS e prime Enter. Se der erro, não continues.

  3. Se a validação for bem-sucedida, escreve mbr2gpt /convert /allowFullOS. A partição reduz-se um pouco e o disco passa para GPT.

  4. Reinicia, entra na BIOS e muda o modo de arranque de Legacy ou CSM para UEFI (ou UEFI Only). Se existir a opção CSM, desativa-a.

  5. Arranca o Windows, confirma no msinfo32 que o Modo de BIOS é UEFI e só então ativa o Secure Boot.

Atenção à ordem: se mudares para UEFI sem teres convertido o disco, o Windows não arranca. Não é grave: volta a ativar o CSM ou o Legacy, arranca e faz a conversão. Tens todos os detalhes no guia oficial do MBR2GPT da Microsoft.

Como ativar o Secure Boot

  1. Entra na BIOS como na secção do TPM.

  2. Confirma que o arranque está em UEFI e que o CSM está desativado.

  3. Vai ao separador Boot (nalgumas motherboards, Security) e põe o Secure Boot em Enabled.

  4. Se a opção aparecer em modo Setup ou o estado não mudar, procura a opção para instalar ou restaurar as chaves predefinidas (costuma chamar-se Install Default Secure Boot Keys ou Restore Factory Keys) e deixa o modo em Standard.

  5. Guarda com F10, reinicia e confirma no msinfo32 que o Estado do Arranque Seguro é Ativado.

Se o Secure Boot aparecer a cinzento e não deixar alterá-lo, quase sempre é porque a motherboard continua em modo Legacy ou CSM: seleciona UEFI, guarda, volta a entrar na BIOS e já vais conseguir ativá-lo.

Quando é preciso atualizar a BIOS

Esta é a armadilha em que mais gente está a cair: ter o TPM ativado não chega se o firmware dele for antigo. A PC Gamer contou a 21 de outubro que dois dos seus redatores, um com um Core i5-12400KF e outro com um Ryzen da série 5000, tiveram de atualizar a BIOS para jogar online. As duas BIOS tinham anos.

Abre o tpm.msc e vê a versão do fabricante:

  • AMD 3.x.0.x (se o terceiro número for um 0, como em 3.92.0.5): não é compatível e precisas de uma BIOS mais recente. Versões como a 3.92.5.5 ou as 6.x funcionam.

  • Intel INTC 302.12.x.x ou 303.12.x.x: pode ser preciso atualizar a BIOS.

Na AMD, a falha afeta computadores com Ryzen das séries 1000 a 5000. Segundo o aviso oficial da AMD, a correção chegou aos fabricantes de motherboards em 2022, mas nem todos a publicaram, por isso algumas motherboards antigas nunca a vão receber.

Como atualizar a BIOS sem sustos

  1. Identifica o modelo exato da tua motherboard e a respetiva revisão (o msinfo32 mostra o fabricante e o produto da placa base).

  2. Descarrega a última BIOS estável do site do fabricante.

  3. Se usas BitLocker, suspende-o antes e guarda a chave de recuperação: atualizar o firmware do TPM pode apagar o seu conteúdo.

  4. Copia o ficheiro para uma pen USB formatada em FAT32 e liga-a a uma porta traseira da motherboard.

  5. Usa a ferramenta integrada da BIOS (EZ Flash na ASUS, M-Flash na MSI, Q-Flash na Gigabyte, Instant Flash na ASRock) e não desligues o PC enquanto estiver a trabalhar.

  6. No fim, revê as definições, porque a atualização costuma repor os valores de fábrica da BIOS: volta a ativar o fTPM ou o PTT, o UEFI e o Secure Boot, o perfil XMP ou EXPO da RAM, o Resizable BAR e a ordem de arranque.

Erros típicos do MW4 com TPM 2.0 e Secure Boot

  • TPM 2.0: Not Enabled. Ativa o fTPM ou o PTT na BIOS.

  • Secure Boot: Not Enabled. Ativa-o. Se a BIOS diz que está ativo, mas o msinfo32 não, instala as chaves predefinidas e verifica se o CSM está desligado.

  • Boot Partition not set to GPT ou BIOS Boot mode not set to UEFI. Converte o disco com o MBR2GPT e muda o arranque para UEFI.

  • BIOS Firmware Update Required. Cumpres o mínimo, mas convém atualizar a BIOS: a Activision avisa que poderá passar a ser obrigatório mais à frente.

  • Authorization Key Failed. Clica em Generate Key e aceita o aviso do enrollaik.exe.

  • TCG Event Log Failed. Reinicia e instala as atualizações pendentes do Windows.

  • CODBrokerInstaller.exe authorization declined sem janela de aviso. Procura «Alterar definições do Controlo de Conta de Utilizador», deixa o controlo na posição predefinida ou em Notificar sempre e reinicia o jogo.

  • O aviso do enrollaik.exe repete-se mesmo que aceites. Na AMD, indica o firmware fTPM 3.x.0.x: atualiza a BIOS.

  • Failed Attestation Status. O teu computador não passa a verificação e vais ter modos restringidos.

Se continuar a falhar, a Activision tem no seu site de suporte um formulário para comunicar o estado de atestação, e o fabricante da tua motherboard pode confirmar-te se existe uma BIOS mais recente.

E se o teu PC for demasiado antigo para Modern Warfare 4?

Às vezes não há definição que resolva: motherboards sem TPM 2.0 por firmware ou sem Secure Boot, fabricantes que nunca publicaram a BIOS corrigida ou uma gráfica abaixo do mínimo. Estas são as opções reais.

Opção 1: um módulo TPM dedicado

A Activision aceita um chip TPM dedicado, e algumas motherboards têm conector para ele, mas o módulo tem de ser o compatível com o teu modelo. Só resolve o TPM: não resolve a falta de Secure Boot e, se o processador ou a gráfica já estão no limite, é dinheiro mal investido.

Opção 2: trocar a motherboard e o processador

Se a gráfica, a fonte e o SSD continuam a servir, trocar a motherboard e o processador costuma ser o caminho mais económico. Qualquer plataforma atual da AMD ou da Intel traz de origem TPM 2.0 por firmware e Secure Boot. O habitual é teres também de passar para DDR5, que está cara este ano, como explicamos no nosso guia de componentes para PC gaming 2026. Aproveita para instalar o Windows de raiz em UEFI e com o disco em GPT.

Opção 3: um PC novo

Se, além disso, a tua gráfica é uma GTX 970, uma GTX 1060 ou uma RX 470, estás mesmo no limite mínimo e o razoável é renovar o computador inteiro. Podes partir de um dos nossos PC gaming montados ou escolher peça a peça no configurador de PC, com a gráfica que encaixe no nível recomendado ou no de ray tracing.

Um PC pronto para Modern Warfare 4 em Andorra

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Perguntas frequentes

É possível jogar Modern Warfare 4 no PC sem TPM 2.0 nem Secure Boot?

Online, não. A Activision indica que, sem os dois ativados, não podes jogar nenhum modo online, nem multijogador nem DMZ. Não esclareceu se a campanha funciona sem eles.

Modern Warfare 4 funciona no Windows 10?

Sim, na versão 22H2 ou posterior e com o TPM 2.0 e o Secure Boot ativos. Para os requisitos recomendados, a Activision pede Windows 11.

Quanto espaço ocupa Modern Warfare 4 no PC?

115 GB no lançamento, e têm de estar num SSD. As atualizações obrigatórias podem precisar de mais espaço, por isso deixa margem.

Uma RTX 3060 serve para Modern Warfare 4?

Sim. A Steam indica-a como recomendada, mas a referência oficial da Activision para 90 FPS na qualidade Alta é a RTX 3060 Ti. Com a 3060 normal, baixa alguma definição ou usa DLSS.

Ativar o TPM, o Secure Boot ou converter o disco para GPT apaga os meus dados?

Ativar o fTPM, o PTT ou o Secure Boot não mexe nos teus ficheiros, e o MBR2GPT converte o disco sem apagar dados, segundo a Microsoft. Mesmo assim, faz uma cópia de segurança e, se usas BitLocker, suspende-o e guarda a chave antes de atualizar a BIOS.

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